quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A cruz para o mundo

cruz

30 mil pessoas eram crucificadas por ano pelos romanos.

A cruz não foi acidente, nem foi uma medida-tampão. Foi tudo, menos inesperada. A cruz não só era cruel, humilhava as vítimas. Não provava apenas o amor generoso de Deus, mas a intensidade de nosso pecado e da nossa rebelião contra ele. Ele tomou sobre si...(Is 53.4,5). O sofrimento de Jesus foi terrível porque nosso pecado é terrível. Um Deus com feridas! Veja como ele nos amava! Ele me viu! Viu você!

Uma adoção da África.

Uma criança foi a única sobrevivente de um incêndio. Por considerá-la especial, um sábio quis adotá-la. Um rico achou-se mais qualificado. Um homem apareceu na multidão e requereu o direito. Suas mãos estavam queimadas. O céu está diferente por causa do Cordeiro que foi morto. A cicatriz permanece como lembrança de nosso pecado e de sua graça.

Nietzche: “Eu poderia acreditar em seu Salvador, se eles parecessem mais salvos!”

A menos que vivamos a cruz, o mundo não terá nenhuma razão para acreditar. A cruz é posta sobre todos os cristãos. Quando Cristo chama alguém, ele o convida a vir e morrer...Quem é Cristo para nós? Não só os rejeitados, mas aqueles a quem criticamos também. Na África do Norte, primeiros séculos: Jovens cristãos ‘lixeiros’ recolhiam cadáveres vítimas da peste, lavavam e enterravam. Até mesmo os iníquos mereciam um enterro decente. Eles pareciam mais salvos.

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