A História da relação dos mulçumanos e cristãos antes de ser religiosa é familiar. Abraão é o pai de todos os que crêem. De acordo com as promessas de Deus, cada um é bendito ou maldito, dependendo da sua relação com o pai da fé. Ao longo da história, cristãos, judeus e muçulmanos buscam ostentar seu vínculo com o pai da fé. Se há uma explicação bíblica explícita para esta animosidade, ela remonta aos tempos de Abraão. Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão. Os árabes são descendentes de Ismael, também filho de Abraão. Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocações de Ismael contra Isaque (Gênesis 21:9), Sara disse para Abraão mandar embora Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21). Isto causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo até profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12).
A religião do Islã, à qual a maioria dos árabes é aderente, tornou essa hostilidade mais profunda. O Alcorão contém instruções de certa forma contraditórias para os muçulmanos em relação aos judeus. Em certo ponto, ele instrui os muçulmanos a tratar os judeus como irmãos, mas em outro ponto, ordena que os muçulmanos ataquem os judeus que se recusam a se converter ao Islã. O Alcorão também introduz um conflito sobre o qual filho de Abraão era realmente o filho da promessa. As Escrituras hebraicas dizem que era Isaque. O Alcorão diz que era Ismael. O Alcorão ensina que foi Ismael a quem Abraão quase sacrificou ao Senhor, não Isaque (em contradição a Gênesis capítulo 22). Este debate sobre quem era o filho da promessa contribui para a hostilidade de hoje em dia.
A Economist edição dupla, que cobre a quinzena final de 2007, traz uma reportagem sobre o equilíbrio dos dois filhos do judaísmo. De um lado, como financiadores, estão os poderosos evangélicos norte-americanos, que investem pesadamente na formação de missionários para espalhar pelo mundo. Do outro, estão a família real saudita e incontáveis milionários do petróleo árabes que gastam um bom dinheiro para espalhar o seu livro sagrado a qualquer interessado.
Os cristãos são mais espertos quando o assunto é marketing: no mercado dos EUA, há Bíblias de todos os tipos, adaptadas para crianças, adolescentes, adultos, comentadas ou não, há revistas multicoloridas, há filmes. E este material vai se espalhando em línguas várias.
Os muçulmanos têm uma tremenda vantagem: na maioria dos países islâmicos, a tentativa de converter qualquer um a outra religião é crime – muitas vezes, só rezar para outro Deus já é passível de cadeia ou outra pena. Então o Islã tem livre acesso à Europa, aos EUA e Américas, enquanto missionários cristãos não podem jogar no campo inimigo, salvo imenso risco.
Mas nem tudo é positivo. O Onze de Setembro foi uma rasteira. A maioria das entidades filantrópicas que investiam no espalhar da religião de Maomé foram declaradas suspeitas ou mesmo ilegais, por conta de envolvimento com o financiamento do terrorismo. Além disso, o terror despertou uma profunda desconfiança mundial. Não bastasse, islâmicos resistem a técnicas modernas de marketing, já que consideram seu livro sagrado a palavra literal de Deus – e não meramente inspiradas por, caso dos cristãos. Mexer com ela seria sacrilégio.
Por sua vez, os cristãos seguem perdendo espaço no coração europeu de sua origem. Por um lado, perdem para o próprio Islã, conforme jovens nascidos em famílias que migraram procuram contato com a religião de pais e avós numa busca de identidade; por outro, perdem para o nada, conforme jovens de origem européia, bem educados, deixam de ter uso para qualquer religião que seja.
Na virada do século XIX para o XX, 200 milhões de muçulmanos viviam no mundo. Foi um século exuberante para o Islã: hoje, são 1,5 bilhão de fiéis. Em compensação, um ocidente cada vez mais laico produziu um crescimento em proporção muito menor à do aumento populacional do cristianismo. Jesus ainda vence Maomé – são 2 bilhões de cristãos, afinal – mas a se julgar pelo ritmo de uma e de outra, em 2050 o Islã deverá ser a maior religião do mundo. O campo está aberto. Pode não haver um choque entre civilizações, mas os grupos interessados particularmente na divulgação de suas religiões farão do choque entre Cristianismo e Islamismo um conflito marcante das décadas porvir.
Crenças: islamismo x cristianismo
Apesar de irmãos, filhos de um mesmo pai, adoradores de um só Deus, o cristianismo e o islamismo são muito distintos em suas crenças. Colocando lado a lado os seus livros de fé (Bíblia e Alcorão) percebe-se nitidamente este debate. Apresentamos uma tabela comparativa demonstrando essas semelhanças e diferenças das crenças a partir de vinte temas:
| TEMA | CRISTIANISMO | ISLAMISMO |
| Vida após a morte
| Cristãos estarão com o Deus no céu (Filipenses 1:21-24; 1 Coríntios 15:50-58). Os não cristãos serão lançados no inferno para sempre (Mateus. 25:46). O Paraíso é um estado intermediário entre a morte e a ressurreição (Lc.19:16-31). O Inferno e todos os infiéis serão lançados no lago de fogo para todo o sempre (Ap. 20:14). | Há uma vida após a morte (75:12) uma vida ideal no Paraíso (29:64), para muçulmanos fiéis ou Inferno para os que não são. |
| Anjos | Seres criados, não-humanos alguns dos quais, caíram em pecado e tornaram-se demônios. Eles são muito poderosos. Os anjos que não caíram levam a cabo a vontade de Deus. | Seres criados sem própria vontade que servem a Deus. Anjos são criados da luz. |
| Reconciliação | O sacrifício de Cristo na cruz (1 Pedro 2:24) por meio do Seu sangue torna-se o Sacrifício que leva embora a ira de Deus (1 Jo. 2:2) do pecador quando o pecador o recebe (João 1:12), pela fé (Romanos. 5:1), no trabalho de Cristo na cruz. | Não há nenhum trabalho de reconciliação no Islã diferente de uma sincera confissão de pecado e arrependimento pelo pecador. |
| Bíblia | Inspirada por Deus e formulada sem erros (2 Timóteo. 3:16). | Palavra respeitada dos profetas mas a Bíblia foi corrompida pelos séculos e só é correta na medida em que concorda com o Alcorão. |
| Crucificação | O lugar onde o Jesus expiou pelos pecados do mundo. Só por este sacrifício que qualquer um pode ser salvo da ira de Deus (1 Pedro 2:24). | Jesus não morreu na cruz. Ao invés, Deus permitiu que Judas se parecesse com Jesus e este fosse crucificado ao invés. Alá mentiu e enganou o povo e foi injusto com Judas, pois fez o rosto de Cristo aparecer sobre ele. |
| Diabo | Um Anjo caído que opõe a Deus de todos os modos. Ele também busca destruir a humanidade (Isaías 14:12-15; Ezequiel 28:13-15). | Íblis, um jinn caído. Jinn não são anjos nem homens, mas seres criados com vontades próprias. Os Jinns foram criados do fogo, (2:268; 114:1-6). |
| Deus | Deus é uma trindade de pessoas: Pai, Filho, e Espírito Santo. A Trindade não são três deuses em um deus, nem uma pessoa que tem três formas. Trinitarianismo é estritamente monoteístico. Não há nenhum outro Deus em existência. (Mt. 28:19). | Deus é conhecido como Alá. Alá é uma pessoa, uma unidade rígida. Não há nenhum outro Deus em existência. Ele é o criador do universo (3:191), soberano acima de tudo (6:61-62). No alcorão lemos acerca de Maomé: Fui mandado adorar o senhor desta Terra (ou metrópole) - (Sura 27:91). Alá era um nome que se usava para um dos deuses da Arábia, que era conhecido como o pai das deusas Lat, Uzza e Manat, adoradas por muito. |
| Céu (Paraíso) | O lugar onde Deus mora. Céu é a casa dos cristãos que são salvados pela graça de Deus. É céu porque é onde Deus e os cristãos desfrutarão amizade eterna com Ele. (Jo. 14:1-3; II 5:1). | Paraíso para muçulmanos, um lugar de alegrias inimagináveis (32:17), um jardim com árvores e comida (13:35;15:45-48) onde são conhecidos os desejos de muçulmanos fiéis, (3:133; 9:38; 13:35; 39:34; 43:71; 53:13-15). Interessante é que há promessas de virgens belas só para os homens (Sura 56:1-56), deveria haver promessas de jovens belos para as mulheres também! Mas não há. O céu do islamismo parece algo bem estranho aos olhos de quem conhece a Bíblia, principalmente no NT que condena veemente a poligamia e a prostituição (I Cor. 7), num olhar sensual. |
| Inferno | Um lugar de tormento em fogo fora da presença de Deus. Não há fuga do Inferno (Mateus 25:46). | Inferno é um lugar de castigo eterno e tormento (14:17; 25:65; 39:26), em fogo (104:6-7) para esses que não são os muçulmanos (3:131) bem como esses que de quem o trabalho e a fé não são suficientes (14:17; 25:65; 104:6-7). |
| Espírito Santo | Terceira pessoa da Trindade. O Espírito Santo é completamente Deus em natureza. (Jo. 14:26). | O arcanjo Gabriel que entregou as palavras do Alcorão a Maomé. Os eruditos muçulmanos aplicam o texto de João 14:16 como se fosse uma referência a Maomé, pois no "Alcorão", livro sagrado dos islâmicos, ele é chamado de "Ahmad" (periclytos - que eles consideram a forma correta de parakletos. Acontece porém que o texto no original grego do Novo Testamento não traz "periclytos" (o que é louvado), mas "parakletos" que é consolador. Para tentar dar consistência a seus argumentos os apologistas islâmicos se apegam ao evangelho apócrifo de Barnabé que ao invés de trazer a forma correta "parakletos", traz "periklutos" que expressa o significado do nome Maomé. Mesmo sabendo que é um evangelho espúrio e com erros de gramática , os muçulmanos fazem vistas grossas à isto. O que eles querem mesmo é fazer Maomé ser o "outro consolador" a qualquer custo! |
| Jesus | Segunda pessoa da Trindade. Ele é a palavra que se tornou carne (João 1:1, 14). Ele é Deus e homem (Colossenses. 2:9). | Um grande profeta, só sucede a Maomé. Jesus não é o filho de Deus (9:30) e certamente não é divino (5:17, 75)) e ele não foi crucificado (4:157). Ou seja, o Jesus do Islamismo é um outro Jesus (II Cor. 11:4). |
| Dia do julgamento | Acontece no dia da ressurreição (João 12;48) onde Deus julgará todas as pessoas. Os cristãos vão para o céu. Todos os outros para o inferno (Mateus. 25:46). | Acontece no dia da ressurreição onde Deus julgará todas as pessoas. Muçulmanos vão para o paraíso. Todos os outros para o inferno (10:53-56; 34:28). O Julgamento está baseado nas ações de uma pessoa (14:47-52; 45:21-22). |
| Alcorão | O trabalho de Maomé. Não é inspirado, nem é considerado como escritura. Não há nenhuma verificação precisa dos originais. É um livro que não está estribado no amor, pois manda perseguir e matar os inimigos, enquanto que o NT manda oferecer a outra face (Mt. 5:39). | A revelação de Deus para todo gênero humano dado pelo arcanjo o Gabriel para Maomé num período de mais de 23 anos. Está sem erro e resguardada de erros por Alá. Apesar disso, os muçulmanos acreditam que alguns versos mais antigos foram substituídos. Alguns especialistas afirmam que 225 versos foram suprimidos, o que é motivo de constrangimento para os muçulmanos. |
| Homem | Feito à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26). O homem é feito como Deus em suas habilidades (razão, fé, amor, etc.). | Não feito na imagem de Deus (42:11). O Homem é feito do pó da terra (23:12) e Alá soprou o fôlego da vida no homem (32:9; 15:29). |
| Muhammad ou Maomé | Um homem não inspirado nascido em 570 em Mecca que começou a religião islâmica que é completamente diferente da ensinada por Jesus Cristo | O último e maior de todos os profetas de Alá e o Alcorão é o maior de todos os seus livros |
| Pecado original | Este é um termo que descreve o efeito do pecado de Adão nos seus descendentes (Rom. 5:12-23). Especificamente, é nossa herança da natureza pecaminosa de Adão. A natureza pecaminosa de Adão é passada de pai para filho. Nós somos por natureza os filhos da ira (Efésios. 2:3). | Não existe nenhum pecado original. Todas as pessoas são sem pecado até que eles se rebelem contra Deus. Elas não têm natureza pecaminosa. |
| Ressurreição | Ressurreição de todas as pessoas, são ressuscitados os não cristãos para condenação eterna e cristãos à vida eterna (1 Cor. 15:50-58). | Ressurreição, alguns para o céu, alguns para o inferno (3:77; 15:25;75:36-40; 22:6). |
| Salvação | Um dom gratuito de Deus (Efésios. 2:8-9) para a pessoa que acredita em Cristo e no Seu sacrifício na cruz. Ele é o nosso mediador (1 Timóteo. 2:5). nenhum esforço é de qualquer forma suficiente para merecer a salvação desde que nossos esforços são todos inaceitáveis a Deus (Isaías 64:6). | A salvação depende do esforço e das boas obras de cada um. |
| Filho de Deus | O termo que define que Jesus é divino (João 5:18). | Jesus não pode ser filho de Alá. |
| A Palavra | "No princípio era o verbo e o verbo estava com Deus e o verbo era Deus... e o verbo se tornou carne e habitou entre nós..." (João 1:1, 14). | A ordem de Alá que resultou em Jesus que foi formado no útero de Maria |
Baseada em Questões Respondidas - www.gotquestions.org
Dicotomias e possibilidades
As diferenças entre cristãos e mulçumanos vão além da política e da teologia. Outras questões religiosas, éticas, os modos de pensar e outros elementos culturais assinalam esses grupos formando dicotomias.
Enquanto para o cristão a religião é coisa pessoal, para um mulçumano integra vida familiar e social. As crianças islâmicas são criadas numa sociedade cuja fé tem pouco espaço para individualidades, é a fé da comunidade, da família. Deixar essa fé é o mesmo que se render ao inferno, um inferno que começa pelo ostracismo a que é submetido o herege, aquele que nega o Alcorão e os preceitos de Maomé, o grande profeta. Estatísticas demonstram o alto índice de deserção dos cristãos da sua fé, uma fé pessoal, arbitrada pelo individuo. Isso é incompreensível para um mulçumano.
Alguns valores têm alta relatividade nas relações de cristãos e mulçumanos. Para estes, por exemplo, existem vários tipos e pecado, enquanto cristãos entendem que todo ato de desobediência a Deus tem o mesmo valor e o mesmo castigo: a morte eterna. O mesmo acontece com o perdão que para os mulçumanos pode ser vingado e para os cristãos, em obediência a Bíblia, deve ser concedido sete vezes sete, de forma generosa, sendo esquecida a dívida.
Um ícone do cristianismo para os mulçumanos são os Estados unidos, conhecidos por serem fornecedores de armas para os palestinos, seus inimigos políticos e religiosos. A partir da sua programação televisiva e de seus filmes cinematográficos, com roupas indecentes, beijos públicos, imagens de sexo e comportamentos lascivos, a moral dos cristãos é ridicularizada pelos mulçumanos passando a ser entendida como depravada e hipócrita. O que para alguns pode ser um contra senso, observada a perspectiva da visão sensual que os adoradores de Alá têm do céu.
Discussões à parte, um fato é que estamos cada vez mais acostumados às ações violentas dos islamitas radicais, de sua fé militante. Eles matam missionários no Iraque, explodem trens na Espanha, jogam bombas num clube noturno em Bali, e vários outros casos. O islamismo, como religião projeta muitas metas idealistas e virtudes morais, em que se deve dar a vida pela fé, transformando fiéis em suicidas. Os cristãos acreditam na abnegação, na mensagem de paz e perdão, pela qual o mártir é um “herói” que cumpre sua missão, podendo ou não ser morto (veja não se matar) por Cristo.
A partir disso, instaura-se uma nova polaridade mundial: cristianismo x islamismo. Antes os cristãos se dividiam entre si. Hoje, irmãos diferentes retomam sua história, permeados por barreiras políticas e nacionais, por feridas profundas de amargura que as Cruzadas dos séculos XI e XIII formaram. Que essa inimizade possa se encerrar como a visita do rev. David Mitchell e sua esposa à Bilquis Sheikh, mulçumana que viveu uma experiência de encontro com Cristo a partir de seus sonhos.
Foi uma visita estranha. Acho que esperava certa pressão da parte dos Mitchell quanto a aceitar sua religião, mas nada parecido com isso aconteceu. Tomamos chá e conversamos. Questionei Jesus ser chamado o “filho de Deus”, pois para os mulçumanos não há maior pecado do que fazer tal reivindicação. O Alcorão afirma vezes sem conta que Deus não tem filhos.(...) De novo, por vários dias, encontrei-me a sós com dois livros - o Alcorão e a Bíblia. Continuei a ler a ambos, estudando o Alcorão por uma lealdade faminta, mergulhando-me na Bíblia com uma fome estranha interior. (...) Eu sabia que Deus não podia estar em ambos os livros porque as mensagens deles eram tão diferentes. (...) Desde criança haviam-me ensinado que a maneira mais certa e conhecer Alá era orar cinco vezes por dia, estudar o alcorão e nele meditar. Mas as palavras... continuam vindo-me à mente: ‘Converse com Deus. Converse com ele como se fosse seu pai’.” (SHEIKH, 2001, p.52,56,57)
Que irmãos diferentes possam ser amigos, se respeitar e reconhecerem-se como filhos do mesmo Pai!
Referências
CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS. Conquistando os outros pela amizade. Rio de janeiro: CPAD, 2000, 1ª ed.
MATOS, Alderi S. Cristianismo e Islamismo no Mundo Atual. Disponível em < http:// www.portalmackenzie.org.br>, acesso em 20 ago.2008
MARTINEZ, Flávio. Quem são os filhos de Abraão? Disponível em <http://www.cacp.org.br> , acesso em 20 ago.2008
SHEIKH, Bilquis. Atrevi-me a chamar-lhe Pai. São Paulo: Editora Vida, 2001, 12ª ed.
YANCEY, Philipe. Descobrindo Deus nos lugares mais inesperados. São Paulo: Mundo Cristão, 2005
Por que os judeus e os árabes/muçulmanos se odeiam? Disponível em <http://www.gotquestions.org> , acesso em 20 ago.2008
A Missão da igreja. São Paulo: Didaquê, nº 5, 2004, 3ª ed.
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