Há algum tempo, na tentativa de definir questões pendentes, juntei tudo que consegui produzir em palavras. Algumas coisas tocaram o meu coração com lembranças que quase se perderam. Porém, como todo o processo me ajudou a construir um pouco do que sou em minha melhor face, está aqui o meu presente feito pra você e pra vida. Os prediletos são de amigos. Os outros são meus. Espero que goste da embalagem.
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Livre (se)
Livre-se da sua inteligência, se ela não faz ninguém sorrir, se é incapaz de te fazer sentir o gosto bom da simplicidade. Livre-se do bom senso, se não tem bom humor. Do bom gosto, se não tem bondade. Se desfaça do seu lado crítico, se ele te prende numa opinião quadrada sobre as coisas que estão te cercando e não te permite um novo olhar sobre aquilo que está mudando. Livre-se da lógica, se não dá brilho aos seus olhos, se não deixa cor na sua boca, se não enfeita o mundo; e seja a incógnita que dança na poça, que canta na chuva, que beija o absurdo. Seja profundo.
Eliza Moreno
canteirosre.blogspot.com/2011/04/livre-se.html
terça-feira, 12 de abril de 2011
Expectativa
Fora: Passado presente do que passou.
Dentro: Futuro da memória.
Aqui e agora: Presente olhar da alma
Expectativa: outra disposição da alma fora e dentro
“Isto agora é límpido e claro: nem as coisas futuras existem, nem as coisas passadas, nem dizemos apropriadamente ‘existem três tempos: o passado, o presente e o futuro’. (…) Existem, sim, três tempos: o presente das coisas passadas, o presente das coisas presentes, o presente das coisas futuras. (…) [os] três estão de alguma maneira na alma e eu não os vejo em outro lugar: o presente das coisas passadas é a memória, o presente das coisas presentes é o olhar, o presente das coisas futuras é a expectativa.” (Agostinho, Confissões XI).
Tô aprendendo
Eu tô aprendendo
A equilibrar o sentido da vida com a vida sem sentido
O cotidiano e o rotineiro
Com o fim maior de toda essa “ joça”
Que tornamos a vida sob o sol.